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Você sabe como manusear uma empilhadeira? Veja o que NÃO fazer!

Eficiência, segurança e produtividade: saiba neste post como manusear empilhadeiras e demais curiosidades sobre o tema!

Atualizado em

11 de maio de 2023

Autor

Grupo Tracbel

Categoria

Empilhadeiras são equipamentos capazes de trazer eficiência, segurança e produtividade a diversos tipos de negócios. Pensando nisso, produzimos um conteúdo importante sobre esse equipamento. O nosso objetivo é demonstrar como manusear uma empilhadeira com consciência e responsabilidade. Para isso, reunimos as principais curiosidades sobre o assunto. 

Aqui, você entenderá a importância do manuseio adequado e, ainda mais, aprenderá tudo o que NÃO deve ser feito durante a operação desse equipamento. Assim, você conscientiza sua equipe com boas práticas e reduz a probabilidade de problemas, prejuízos e acidentes. Então, não perca tempo e acompanhe! 

Qual a importância de saber como manusear empilhadeiras?

Da forma como percebemos, existem, pelo menos, cinco motivos para estimular o manuseio adequado das máquinas, que são: produtividade, segurança, durabilidade, eficiência e responsabilidade. No fim das contas, não há nada mais importante do que esses cinco fatores para o resultado de qualquer operação. 

Inclusive, isso vale para o manuseio de qualquer máquina, e não apenas para as empilhadeiras. Com uma operação ideal, seguindo os protocolos de uso e segurança, você minimiza a probabilidade de acidentes e, efetivamente, reduz a ociosidade operacional, elevando sua produtividade. 

Em segundo, há o fator mais importante de todos, que é a segurança operacional. Ao obedecer boas práticas, são menores as chances de lesões e acidentes, sejam estes leves, moderados ou graves. Assim, você protege tanto o capital humano quanto os recursos materiais que são deslocados com o equipamento. 

Em seguida, há a durabilidade. A conduta preventiva também é determinante para a vida útil das máquinas, pois quanto mais responsável é o manuseio, menor a probabilidade de uma condução agressiva e arriscada, que resulte em acidentes ou no desgaste avançado das peças do equipamento. 

Depois, vem a eficiência. Como todos sabemos, a pressa é inimiga da perfeição. Por isso, afobação, negligência e ansiedade devem ficar de fora do ambiente onde se operam essas máquinas. Quanto maior a disciplina e aderência do operador às boas práticas, mais eficiente e atento será o seu trabalho.

Por fim, a responsabilidade. É muito importante elaborar uma operação que priorize a integridade física dos operadores. Afinal, os acidentes de trabalho podem ser extremamente prejudiciais, resultando em perda de produtividade, queda na moral dos colaboradores e, até mesmo, em grandes prejuízos financeiros. 

O que NÃO deve ser feito ao operar uma empilhadeira?

Agora que você sabe a importância das boas práticas, chega o momento de entender o que NÃO deve ser feito ao operar esse equipamento. Assim, você evita os principais erros e negligências e aumenta a segurança da sua equipe de maneira considerável. 

Outro ponto que vale sua atenção é a aplicabilidade dessas dicas. Como perceberá durante a leitura, elas valem tanto para as empilhadeiras a diesel como para os modelos elétricos. Então, fique tranquilo, pois tudo que você verá aqui está compatível com a realidade da sua operação. Agora, acompanhe!

Deixar de usar o cinto de segurança 

A começar por um dos erros mais óbvios, mas também mais prejudiciais. Em nossa visão, essa negligência tende a acontecer por uma baixa percepção de risco — que é uma reflexão feita na hora, geralmente, pelo próprio operador do equipamento. Na correria da rotina, o operador pode pensar:

Ok, vou subir e fazer esse deslocamento. Será coisa rápida, 10 segundos, só mover isso daqui para lá. Nem vou colocar o cinto, só manobrar rapidinho e está tudo bem!

E é exatamente aí que mora o erro! Percebe como o operador teve uma percepção de risco distorcida? Pelo tempo de exposição ser baixo, ele julgou desnecessário o uso do cinto. Além disso, reforçou essa noção errada pela sensação de segurança do próprio equipamento, que se move em baixa velocidade. 

No entanto, nada impede que um acidente ocorra dentro desses poucos segundos. Sem o cinto, qualquer impacto não antecipado pode projetar o operador em alguma direção, com força suficiente para que ele se choque contra os vidros, o volante ou os demais instrumentos da cabine.

Ignorar o uso dos EPIs

Os Equipamentos de Proteção Individual são obrigatórios por um motivo, e sua importância é, praticamente, autoexplicativa. Os EPIs são parte fundamental da rotina de trabalho e nunca devem ser negligenciados, inclusive, por oferecerem uma proteção adicional que pode evitar prejuízos maiores. Quer um exemplo? 

Então, considere um operador que, por desatenção ou negligência, ignorou o uso do cinto. Durante a operação, ele se choca contra uma parede do armazém e é projetado para frente, chocando-se contra o vidro. Com o capacete, ele aumenta sua proteção ao impacto. Sem o EPI, são maiores as probabilidades de uma concussão. 

Deixar de verificar gás, bateria e demais componentes

Esse erro prejudica tanto a qualidade operacional quanto a durabilidade do equipamento. Antes de começar a trabalhar, é importante verificar a condição de uma série de componentes, justamente para se certificar de que tudo está em ordem para começar a trabalhar com segurança, tanto para a máquina como para o colaborador.

Também aqui, podemos incluir outro erro, que é desobedecer o planejamento e o calendário de manutenções preventivas. Sem esses procedimentos, é impossível garantir a qualidade operacional do equipamento no longo prazo, que logo começa a se desgastar e perder sua eficiência.

Operar com carga em excesso

Todo equipamento de trabalho conta com uma recomendação de peso operacional máximo. Essa orientação é formulada pela própria montadora do equipamento, ou seja, a empresa que desenvolveu a máquina e, portanto, é a entidade mais capaz de reconhecer os limites operacionais do próprio equipamento. 

Novamente, a pressa é inimiga da perfeição. Na correria da rotina, decide-se carregar um pallet com sobrepeso para minimizar o número de viagens. O problema é que isso coloca a própria integridade do equipamento em risco, que desgasta mais rápido e pode quebrar subitamente, deixando a operação ociosa e improdutiva. 

Ter uma comunicação falha 

Por último e talvez mais preocupante, deixar de se comunicar claramente com os outros funcionários. A operação de qualquer máquina exige uma comunicação constante, justamente para atualizar todos que estão no perímetro sobre as decisões de deslocamento e operação. 

Além disso, também entram aqui erros como deixar de reportar problemas no equipamento após cada operação. Se a máquina não está se comportando da maneira esperada, é fundamental que isso seja notificado ao supervisor da operação, pois qualquer falha pode ser um risco elevado mais tarde.

Como você pôde ver, o manuseio adequado das empilhadeiras é repleto de boas práticas e tecnicalidades. Por isso, a única forma de operar de maneira produtiva, consistente e segura é obedecendo essas orientações com disciplina, protegendo tanto a integridade dos colaboradores como a continuidade da operação. 

Agora que você tem uma boa noção de como manusear empilhadeiras, aproveite para espalhar esse conhecimento entre os seus amigos e colegas. Para isso, basta compartilhar este conteúdo nas suas redes sociais!

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